NO SOM DO SILÊNCIO
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Toda vez que perco outro amor
Eu ligo para o meu velho amigo
E eu digo:
-Estou para baixo
Outro amor, de repente, chegou ao fim
E ele escuta enquanto eu conto a ele minha triste história
E nós pensamos por que eu faço isso?
E a dor de passar por tal situação
E ele ri e diz:” você fará novamente!”
E nós sentamos num bar e conversamos até às duas
Sobre a vida e o amor como velhos amigos fazem
E contamos um ao outro pelo que temos passado
Como o amor é raro, a vida é estranha
Nada dura e as pessoas mudam
E eu pergunto se sua vida é solitária
E se ele, alguma vez, se sente desolado
E ele diz que aprendeu a viver assim
Porque já faz parte de sua vida
E isso nos ajuda a sentir os bons momentos
E nós pensamos se eu viverei com outro amor
Ou se passarei minha vida sozinho
E está chegando a hora de fechar
Então nós concluímos que eu farei do meu próprio jeito
Mas nós nos encontraremos no ano em que estivermos com 62 anos
E beberemos como velhos amigos fazem
E contaremos um ao outro pelo que temos passado
Como o amor é raro, a vida é estranha
Nada dura e as pessoas mudam
Doce
menina
esqueça as flores pintadas ao tempo
durante a sua vida
Os anos foram embora
E você sentada a esperar
Uma longa vida passou
Não volta mais
E o dia chegará
vestido de poesia
te falará dos sonhos
que não lembravas mais,
e te ajudará minha linda menina
Doce menina
dos olhos tão lindos
molhados de lágrimas
é hora de ir:
E rápido sentirás
o perfume da manhã
e um pássaro cantará
voando para longe
Não voltará mais.
E se alguém aparecer
vestido de poesia
te cobrirá de amor
sem te pedir nada a mais
e você será feliz
minha linda menina
esqueça as flores pintadas ao tempo
durante a sua vida
Os anos foram embora
E você sentada a esperar
Uma longa vida passou
Não volta mais
E o dia chegará
vestido de poesia
te falará dos sonhos
que não lembravas mais,
e te ajudará minha linda menina
Doce menina
dos olhos tão lindos
molhados de lágrimas
é hora de ir:
E rápido sentirás
o perfume da manhã
e um pássaro cantará
voando para longe
Não voltará mais.
E se alguém aparecer
vestido de poesia
te cobrirá de amor
sem te pedir nada a mais
e você será feliz
minha linda menina
Quando
não há compaixão
Ou
mesmo um gesto de ajuda
O
que pensar da vida e daqueles que sabemos que amamos
quem
pensa por si mesmo é livre
E
ser livre é coisa muito séria
Não
se pode fechar os olhos
Não
se pode olhar pra trás
Sem
se aprender alguma coisa pro futuro
Corri
pro esconderijo e olhei pela janela
O
sol é um só mas, quem sabe são duas manhãs
Não
precisa vir se não for pra ficar
Pelo
menos uma noite e três semanas
Nada
é fácil, nada é certo
Não
façamos do amor algo desonesto
Quero
ser prudente e sempre ser correto
Quero
ser constante e sempre tentar ser sincero
E
queremos fugir
Mas
ficamos sempre sem saber
Seu
olhar não conta mais histórias
Não
brota o fruto e nem a flor
E
nem o céu é belo e prateado
E
o que eu era eu não sou mais
E
não tenho nada pra lembrar
Triste
coisa é querer bem
A
quem não sabe perdoar
Acho
que sempre te amarei só que não te quero mais
Não
é desejo
Nem
é saudade
Sinceramente
Nem
é verdade
Eu
sei por que você fugiu
Mas
não consigo entender
Esperando por mim
Acho
que você não percebeu, que meu sorriso era sincero
Sou
tão cínico as vezes, o tempo todo estou tentando me defender
Digam
o que disserem o mal do século é a solidão
Cada
um de nós emerso em sua própria arrogância esperando por um pouco de afeição
Hoje
eu não estava nada bem mas a tempestade me distrai
Gosto
dos pingos de chuva, dos relâmpagos, e dos trovões
Hoje
a tarde foi um dia bom, sai pra caminhar com meu pai
Conversamos
sobre coisas da vida e tivemos um momento de paz
Mas
é de noite que tudo faz sentido
No
silêncio eu não ouço meus gritos
E
o que disserem meu pai sempre esteve esperando por mim
E
o que disserem minha mãe sempre esteve esperando por mim
E
o que disserem meus verdadeiros amigos sempre esperaram por mim
Estamos
vivendo e o que disserem, os nossos dias serão para sempre
Ter que se iludir ao se encontrar
Com
mecanismos de uma bruta ilusão
E
não sentir o que é real , o que é viver
O
que é ser se já não sente
Se
ser drogado é ância de não ter querer
Pra
que fugir, se os problemas sempre vão amanhecer
Com
você
E
não tem fim.
Droga
de só querer usar mais drogas
Há
tanta coisa pra saber
São
tantos rumos pra tomar
São
tantas provas pra vencer
Más
como se você, em uma seringa precisa se esconder
Pra
não enfrentar, a covardia sempre vai te perturbar
A
droga vai acabar com você
Nada mais
Estou tão longe do meu próprio ego
E nem a solidão me curte mais
A minha cura pode ser seu sim
Minha doença é um descaso
Preciso de um dia a seu ladoE nem a solidão me curte mais
A minha cura pode ser seu sim
Minha doença é um descaso
Pra que tudo se resolva enfim
Eu sei que eu posso ser o seu agrado
É só você cuidar de mim
Porque pensei que nada mais me afetaria
E o presente não seria esses dias de neblina
Quando eu disse adeus às incertezas que me ferem
Não percebi que abria a mão do certo e
Que a certeza aparece quando a gente duvida
Sei que a hora é absurda
E essa dor que não me ajuda
Mas entre a dor e o nada
Escolherei a dor
Quando nada mais
Se restar o amor
Quando nada mais
seja como for
sexta-feira, 29 de julho de 2011
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